Um dia em Quadrinhos


Entre os dias 09 e 13 de novembro aconteceu o 7º Festival Internacional de Quadrinhos, o FIQ! Houve muita euforia e expectativa em ver os artistas favoritos e uma seleta lista de quadrinistas, ilustradores e agitadores do circuito.

Por onde se andava podia ver em camisas de quadrinhos, frases e “nerdices” a alegria de quem estava por ali. Gente de toda faixa etária se misturava e virava criança novamente quando se deparava com algo de seu agrado em inúmeras bancas e estandes.

Desenhistas ilustrando super-heróis, cartuns e outros gêneros ao vivo cercado por uma multidão. Pranchetas abertas, lápis espalhados, fanzines jogados na mesa, vários e vários tipos de souvenir e trabalhos autorais entre artistas renomados, independentes e iniciantes.

Assim foi o clima do FIQ! 2011.Uma reunião de coisas boas. Eu particularmente gostei da exposição da ilustradora Marilda Castanha, mineira, com originais, rafes e idéias para o livro “O Delírio” estampados na parede em sua sessão. Esperei pelo lançamento do livro “Achados e Perdidos” do amigo Damasceno, Garrocho e Ito, lançado pelaPandemônio. Levei para casa também o livro “Duo.tone” do amigo Vitor Cafaggi, “Vó” de Jean Galvão, cartunista muito bom no qual eu fiz a oficina “Tiras e quadrinhos de Humor” em um dos dias do evento. Adquiri o livro do simpático peixe “Oswaldo Augusto” do amigo Daniel Pinheiro Lima,além de outras coisas mais.

Tive a oportunidade de trabalhar no quarto dia do evento com monitoria nos lançamentos de livros e sessão de autógrafos de grandes artistas, e um deles era quem eu mais queria ver, o argentino Kioskerman, este vale uma matéria inteira que em breve escreverei. O argentino lançava o livro “Éden” lançado pela Zarabatana Books.

Ao descansar em uma das mesas do evento, senta ao meu lado a artista Jill Thompson, uma ilustradora muito renomada nos quadrinhos americanos, em seu portifólio há trabalhos como Mulher Maravilha, Monstro do Pântano e Sandman além de seus trabalhos autorais. Esta é uma aquarelista de mão cheia. E, claro, dei minha tietagem por lá.

Ver mulheres produzindo é muito bom, pois a maioria das produções são de marmanjos barbudos e quase nunca conseguimos vê-las, não é o caso das meninas mineiras do Lady´s Comics, um grupo focado na cultura dos quadrinhos feitos por mulheres.

No mais foi ótimo circular por este mundo a parte. Um mundo divertido e animado. Um lugar livre para se expressar, sem preconceitos, sem pressa, sem stress, só diversão. Espero que se alguém não tiver participado de algum festival de quadrinhos que vá, só tem a ganhar com isso e, também, um ótimo passa tempo e uma nostalgia incrível.

 

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